

Informações
Sobre
Um sopro alpino que trespassa os sentidos, Shiyaaka Snow é a materialização do inverno sob um sol límpido. A primeira respiração revela uma geada de mandarina e bergamota, lâminas cítricas que cortam o ar com precisão glacial, deixando um rastro de pureza quase mineral. Não é frio que congela, mas aquele que desperta, como manhãs claras onde a névoa ainda baila entre os ramos. A fragrância então se aquieta, revelando sua alma dúctil. O néroli desenha pétalas translúcidas sobre a pele, enquanto a pimenta rosa e a noz-moscada sussurram segredos em tons de canela, calor que não queima, apenas abraça. A transição é como neve derretendo no pulso, transformando-se em riacho silvestre sem perder sua essência prístina. Na última sinfonia, o vetiver indonésio e o cardamomo entrelaçam raízes secas e especiarias polidas, uma base que evoca troncos banhados pelo sol da manhã após a geada. Com discreta elegância, persiste por horas como memória de aventais imaculados e lençóis de linho ao vento. Para dias que pedem leveza vestida de nuance, para quem busca não declarar, mas insinuar sua presença com quieta sofisticação.
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Perfume Referência

Météore
Olha, para quem quer o cheiro do Météore gastando bem menos, esse Shiyaaka Snow chega muito perto. A galera que compara diz que depois que assenta na pele, é quase impossível saber qual é o original. A ideia do cheiro é a mesma: cítrico fresco e um vetiver limpo. O LV é um pouco mais suave e complexo no começo, enquanto o Shiyaaka é mais direto, brilhante e um tico mais doce, mas não tem cheiro de álcool. A maior diferença é que o Météore tem uma pegada mais refinada e o Shiyaaka é mais linear, o que não é um problema para a maioria das pessoas que só querem o cheiro bom.
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